Cão abandonado no metrô Artur Alvim desde 2007Quem circula pelo metrô Artur Alvim, localizado no bairro de mesmo nome na zona leste de São Paulo, já está acostumado em ver a população de cães abandonados na região. No mínimo 10 cachorros circulam pelo local e são alimentados por comerciantes e moradores.
Alguns dos cães já fazem parte da vizinhança e são vistos como "moradores" da região. Recebem carinho, comida e até nome de quem mora no bairro. Muitas pessoas são protetoras de animais e cuidam dos cães, e também gatos, que são abandonados em Artur Alvim e procuram adotantes para esses animais.
A administração do metrô Artur Alvim combate esse problema acionando a carrocinha, o que desagrada a população e também não impede que animais continuem sendo abandonados.
O que chama a atenção é que o problema dos animais abandonados não se restringe apenas ao bairro e sim São Paulo inteira, cuja prefeitura não tem a menor política para tratar dos animais ou sobre o que fazer com eles.
As associações protetoras, bem como os voluntários não tem como recolher todos os animais, pois não há espaço físico suficiente,assim como meios de alimentar e medicar todos os cães e gatos, na maioria das vezes famintos e feridos.
Enquanto os órgãos competentes não encontram uma solução para impedir o abandono desses animais, a comunidade alvinense continua sem saber o que fazer com os animais soltos.
Alguns dos cães já fazem parte da vizinhança e são vistos como "moradores" da região. Recebem carinho, comida e até nome de quem mora no bairro. Muitas pessoas são protetoras de animais e cuidam dos cães, e também gatos, que são abandonados em Artur Alvim e procuram adotantes para esses animais.
A administração do metrô Artur Alvim combate esse problema acionando a carrocinha, o que desagrada a população e também não impede que animais continuem sendo abandonados.
O que chama a atenção é que o problema dos animais abandonados não se restringe apenas ao bairro e sim São Paulo inteira, cuja prefeitura não tem a menor política para tratar dos animais ou sobre o que fazer com eles.
As associações protetoras, bem como os voluntários não tem como recolher todos os animais, pois não há espaço físico suficiente,assim como meios de alimentar e medicar todos os cães e gatos, na maioria das vezes famintos e feridos.
Enquanto os órgãos competentes não encontram uma solução para impedir o abandono desses animais, a comunidade alvinense continua sem saber o que fazer com os animais soltos.






